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segunda-feira, novembro 23, 2009

Escravatura

  


Um pequeno texto que escrevi sobre a escravatura. E que ela não volte mais.


     " Os escravos existiram desde o início dos tempos, a principal fonte de escravos eram as guerras, em que o vencedor poupava a vida aos inimigos derrotados para os utilizar como mão-de-obra gratuita em grandes obras, que seriam impossíveis de levar a cabo com trabalho pago.
     A escravatura é a prática social em que um ser humano tem direito de propriedade sobre outro.
Em algumas sociedades desde os tempos mais remotos os escravos eram legalmente definidos como uma mercadoria. Os preços variavam conforme: o sexo, a idade, a prudência e o destino, porque os que iam para as minas de ouro valiam muito mais. Os jovens eram os que davam mais lucros aos traficantes pois era saudáveis e capazes de aguentar os trabalhos.
     Também existia 3 tipos de escravos:
    - Escravos de engenho;
    - Escravos na mineração;
    - Escravos urbanos;
    Os valores da sociedade da época permitiam que os escravos não fossem considerados gente mas sim coisas que se compravam e vendiam, incapazes de terem sentimentos. Assim, os escravos estavam totalmente submetidos á vontade dos seus donos, que podiam dar-lhes liberdade, infringir-lhe castigos corporais ou até mesmo matá-los.
Com a evolução da sociedade os valores também se alteraram e a escravatura foi abolida. Portugal aboliu-a por lei em 1836, e o Brasil em 1887."

    Existe muito mais sobre a escravatura. Só que para que mais de uma era passada que os homens eram tratados como se fossem objectos. Sem sentimentos nem emoções. Sem sentirem a dor, a perda ou a tristeza? Apesar de ainda nos tempos de hoje, em países de toda a parte, ainda ela ser praticada.

segunda-feira, novembro 09, 2009

O Medo e a Duvida



 
      Hoje acordei com um sentimento que não consigo explicar dentro de mim, e ainda o tenho aqui dentro.

     Acho que esta musica de Adele - Chasing Pavements - descreve o que estou a sentir. Mas não deixa de passar ao lado dos meus sentimentos.
     Pois cinto-me a andar sem sentido, à procura de algo. Mas sem nunca o encontrar. Sem nunca o conseguir. E não consigo reflectir para saber o que me falta para o encontrar.
     Estou com medo. Medo de o perder.
     E deve ser isso que me esta a provocar duvidas. As duvidas da paixão.
     Tem piada! Quando o conheci parecia que tinha todo o tempo do mundo. Agora, que vejo que o posso perder, cinto que deveria ter-me ouvido. Deveria ter-lhe dito. Deveria ter feito o que deveria...
     Mas agora é tarde. Se calhar, demasiado tarde.
     Mas lembro-me do olhar dele. Aquele olhar que me seduziu, e que me mudou.
     Mas tenho que viver. Tenho que esquecer. Aquele amor que se tornou impossível de continuar a viver. Mas que o continuo a desejar.
     Perdoe-me por não o conseguir esquecer. Estou sufocando com as palavras que te deveria ter dito. Mas que não tive coragem. Mas com este medo que continua dentro de mim é impossível!
     Como hei-de continuar?
     Me perdoe. Não por este desabafo, mas por causa do milhão e meio de palavras que deveria ter-te dito. Mas que não tive coragem de o fazer.
     Não te quero perder! Mas como hei-de continuar, se não te consigo amar?
     Se não te consigo esquecer?








domingo, novembro 08, 2009

Monotonia.



Estou farta de viver na monotonia.
Pois ela torna-se cansativa passado pouco tempo.
E, ainda por cima, a minha vida está cheia dela.
Mas como se diz:
"Nada Acontece Por Acaso!"
OK!
Estou-me a tornar céptica e isso não se torna nada Bom.
Nem justo.
Ok!
Se calhar é justo, mas continua a não ser bom.
Pois estou a ignorar a um significado da vida que todos deveríamos seguir.
Apesar de nem todos o seguirmos.








sexta-feira, outubro 30, 2009

Ignorância

     

     

      Sinto me tão mal! É como se o mundo tivesse acabado de desabar em cima de mim.

     Á um tempo para cá estava-mos bem... agora parece que não quer saber de mim, ainda melhor, ele não quer saber mesmo de mim. Mas, também, fui estúpida e ignorante.
     E sinto-me mal com os meus gostos musicais, pois acabo de ouvir "Ignorance" dos Paramore, o que só me fez sentir pior, pois a canção descreve mesmo o que estou a sentir. Sou um desastre!
     Ele atirou-me com tudo à cara. Fez-me pensar numa sala de audiências em que uma testemunha está a ser interrogada e o júri, lá em cima, está prestes a sentenciar-me (malditos os meus gostos musicais, e malditos são os meus gostos literários pois estou a ficar com histórias policiais na cabeça).
     Para que! Para quê que ele disse aquelas coisas. Para apenas me fazer sentir mal? Pois olha se foi esse o objectivo conceguiu!
     Mas não o consigo tirar da cabeça, apesar de tudo o que ele me disse, como posso decidir o que é certo, se ele continua a nebular a minha mente, e, com isso, não vou conseguir ganhar.
     Como posso decidir o que é certo e o que me diz o coração?
     Quanto mais o tempo passa mais o meu orgulho fica em baixo. Mas, que tipo de homem é este se me faz sentir assim. Nem, nunca antes, me fez sentir assim.
     Mas continuo por conta própria! Eu grito o nome dele por conta própria. E amo-o, por muito que o tente esquecer, por conta própria.








domingo, outubro 25, 2009

Tempo mudado.



     
      A mudança da hora! Para quê que a fazem? A única coisa que ela me faz é ficar baralhada e a perguntar-me que horas são durante uma data de tempo até ma habituar a ela.

      O que no final se torna num problema! Pois faz-me chegar atrasada a todo o lado.
      Sou mesmo um desastre!






sexta-feira, outubro 23, 2009

Um caderno em branco?

     Este não é o meu único Blog, mas pergunto-me ainda se faço bem em faze-los. Pois quando escrevo as minhas palavras, ainda noto um certo nervosismo enquanto o estou a fazer.
     Quando decidi fazer um blog, decidi por um de literatura, pois eu adoro ler, mas se fosse um livro, tinha a certesa que seria um livro em branco escrito conforme os acontecimentos da minha vida.
     E, com estas palavras, entrei no tema que decidi abordar para este Blog, pois decidi fazer dele um livrinho em branco à espera que eu o escreva.
     Como é óbvio estou a falar de um diário.
     Achei giro, apesar de achar que um caderno seria mais pessoal, pois seria a minha letra que eu iria ler mais tarde, em vez de uma letra de máquina.
     Mas, um diário, escrito por mim, com a minha letra não é lá uma grande ideia, pois, um caderno com capa de cartão não é indestrutível, pois posso queima-lo, rasgado, molha-lo, e ele vai-se à vida...
     Mas, pensando bem no assunto, com um diário/Blog, não posso perder as minhas palavras?
     Sim posso, seria a resposta correcta, mas vale a pena o risco!